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EVENTUAIS TURBULÊNCIAS

  • Foto do escritor: Sérgio Sousa
    Sérgio Sousa
  • 19 de jul. de 2023
  • 1 min de leitura

Existem voos complicados onde muitos desejam descer e outros, pelo contrário, curtem a imprevisibilidade do passeio. Quem é você na fila do pão? Rs

Com as saídas fechadas, encare os fatos, aceite os tratos,

Por pior que sejam, muitos desejam atender seus desejos

E nem sabem onde procurar, como começar, o que temer,

É justo tremer, se a natureza mandar ou ousar enfrenta-la.


Quando ouvir sente, é mais simples obedecer, não oferecer

Resistência, pedir complacência e aceitar calado, é pecado

Desperdiçar a sorte, o babado forte, não anotar orientações

E posições preferidas, aceitar feridas e marcas no guerreiro.


No sobe e desce da vida, a roda gigante é mais um degrau,

Um mal súbito é perfeitamente provável no terreno instável

Da paixão, um escorregão e tudo acabado, jeito apressado

De não se conter, arremeter e manter os pés longe do chão.


Se o paraquedas não funcionar, azar de quem pulou, saltou

E nem aproveitou as mordomias do voo, água, café, comida

Ou sobremesa, tudo incluso, salvo intruso, na hora da festa,

O que resta, abrir mão do cinto, curtir eventuais turbulências.

 
 
 

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